O que eu bebi por você dá pra encher um navio
E não teve barril que me fez esquecer
O que eu bebi por você nunca artista bebeu
Nem pirata bebeu, nem ninguém vai beber
O que eu bebi por você quase sempre era ruim
E, bem antes do fim, eu já tava à mercê
O que eu bebi por você me fazia tão mal
Que já era normal acordar no bidê
Cada dono de boteco e catador de lata
Agora te sorri agradecido
Se o seu plano era contra o meu fígado, meu bem
Você foi bem sucedido
Parabéns pra você.
via @comedienne
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
um
O que existe além do que já foi dito sobre amor? Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar quando, durante a noite, no escuro, encostamos as nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo.
Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira à tarde de um ano qualquer, tropeçamos neste amor já supostamente esquecido. Percebemos que amor igual não há e que aquela pessoa continua e continuará sendo nosso referência afetiva mais sincera e profunda. Não é doença, nem obsessão. Aliás, não é nada. Só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor e, quem sabe, ter a sorte de ser correspondido? Que vida vale a pena sem amor? Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só o amor transcende e purifica. Enlouquece e cura. Invade e permanece. Liberta e aprisiona. Quando acontece, é um som grave que penetra, invade e permanece.
Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale. Pois o resto são bobagens, meninos.
Bobagens.
via vimeo
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Sem mais sedativos.
Choose life. Choose a job. Choose a career. Choose a family. Choose a fucking big television. Choose washing machines, cars, compact disc players and electrical tin openers. Choose good health, low cholesterol and dental insurance. Choose fixed- interest mortgage repayments. Choose a starter home. Choose your friends. Choose leisure wear and matching luggage. Choose a three piece suite on hire purchase in a range of fucking fabrics. Choose DIY and wondering who you are on a Sunday morning. Choose sitting on that couch watching mind-numbing sprit- crushing game shows, stuffing fucking junk food into your mouth. Choose rotting away at the end of it all, pishing you last in a miserable home, nothing more than an embarrassment to the selfish, fucked-up brats you have spawned to replace yourself. Choose your future.
Choose life.
domingo, 22 de julho de 2012
Leaving
I'm leaving you. Leaving all this scene. I am leaving this town,
this story that never really started.
this story that never really started.
Leaving all behind.
But that "all" never truely existed.
And you never understand me,
But that "all" never truely existed.
And you never understand me,
even when i tried - so hard - to make it, it was in vain.
I cannot explain.
Let me go.
Let it be.
Let it die.
terça-feira, 17 de julho de 2012
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